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quarta-feira, 9 de junho de 2010
Mais Perto de Deus - Bruna Olly
Preciso de Deus
Preciso mais
Em cada luta, em cada guerra,
Preciso mais, preciso mais
Minha alma não encontra paz
Se minha visão não alcançar
Os olhos do amado Deus fiel
Mais perto de Deus eu quero estar
Junto aos Teus pés é o meu lugar
O mal não pode me tocar
Sou tão dependente de viver
Sob os cuidados do Senhor
Tua sombra não pode me faltar
Deus de Isaque e de Abraão
Deus da promessa
Luz sobre toda a nação
Minha razão
És o meu abrigo no deserto, porta onde não há
Monte que nunca se abalará
O Escudo
Ó senhor, te louvarei
Pois meu fôlego é a tua vida,
E nunca me cansarei
Posso ouvir a tua voz,
É mais doce do que o mel
Que me tira desta cova, e me leva até o céu
Já vi fogo e terremotos, vento forte que passou
Já vivi tantos perigos, mas tua voz me acalmou
Tú dás ordem às estrelas, e ao mar os seus limites
Eu me sinto tão seguro, no teu colo, ó ,altíssimo
Não há ferrolhos, nem portas que se fechem
Diante da tua voz não há doenças, nem culpa
Que fiquem de pé diante de nós
E a tempestade se acalma
Na voz daquele que tudo criou
Pois sua palavra é pura
Escudo para os que nele crêem
sábado, 1 de maio de 2010
Vitoria para o povo de DEUS
vai acabar com nosso sofrimento então nos reuniremos lá no céu naquele desejável lindo coral cantaremos o hino da vitoria na linda canaã Celestial, Veremos a face do nosso Jesus seus lábios a nos pronunciar os anjos voando sobre o trono ouviremos o bem vindo aquele lugar
domingo, 25 de abril de 2010
" O DEUS DA BÍBLIA "
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Cura-me
sábado, 13 de março de 2010
Suspeito de ter assassinado cartunista queria que vítima o reconhecesse como Jesus
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Denzel Washington conta seu testemunho e fala sobre seu novo filme, onde é o guardião da última Bíblia

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Denzel Washington é um dos mais bem sucedidos e respeitados atores de Hollywood. Mas o vencedor de duas estatuetas do Oscar (em 1989 e 2001 de Glória de Dia de Treinamento) é também um dos mais atuantes cristãos de Hollywood.
Filho de um pastor pentecostal de Mount Vernon, Nova York, Denzel, aos 55 anos, há mais de 30, tem participado ativamente da igreja West Angeles Church of God in Christ, lê sua Bíblia todas as manhãs, e sempre escolhe papéis em que pode “passar” uma mensagem positiva ou o reflexo de sua profunda fé pessoal.
A fé está em todo lugar no novo filme pós-apocaliptico de Denzel: The Book of Eli, que estreou sexta-feira e está sendo promovido com outdoors com os trocadilhos “B-ELI-EVE” (Acredite) e “D-ELI-VER US.” (Salve-nos). No filme, Denzel assume o papel de um viajante misterioso que tem um facão como arma, chamado Eli, dirigido por Deus para proteger a última cópia da Bíblia existente na Terra – isso mesmo, a Bíblia – e levá-la para o ocidente, para protegê-la de bandidos que procuram usá-la como uma “arma” de controle.
O personagem de Denzel no filme utiliza a violência intensamente – esquartejando os bandidos em cada esquina -, mas que começa a se sensibilizar quando conhece uma garota inocente (Mila Kunis), que o lembra que podemos ficar tão presos em proteger a Palavra de Deus que, por vezes esquecemos-nos de vivenciá-la.
Para Denzel, “vivenciá-la” é essencialmente caracterizado pelo amor e sacrifício. A mensagem final de Eli, diz ele, é “faça mais pelos outros do que você faria para si mesmo”. Esta uma mensagem que Denzel sempre ouviu desde criança.
“Oramos a respeito de tudo, todos os dias”, disse Denzel a membros da mídia religiosa na semana passada, em Los Angeles. “E sempre terminamos com ‘Amém. Deus é amor’. Eu imaginava que ‘Deus é amor’ era apenas uma expressão. Levei muito tempo para aprender o que realmente significava. Eu não me importo com o livro que você lê ou no que você acredita, se você não tiver amor, se você não amar o seu próximo, então você não tem nada”.
Embora Denzel não seja um grande fã da palavra “religião”, e se abstenha de qualquer posicionamento do tipo “Eu estou certo, você está errado”, ele não se envergonha de falar, sem rodeios, sobre sua fé cristã.
“Eu creio que Jesus é o Filho de Deus”, diz ele. “Eu fui batizado no Espírito Santo. Eu sei que isso é real. Eu estava numa sala. Meu rosto ‘explodiu’, chorei como um bebê, e aquilo quase me ‘matou de susto’. Um tipo de medo que chacoalhou minha vida. Vou ser honesto com você, levantei-me e segui na direção oposta daquela que deveria. Eu não sabia o que estava acontecendo. Foi muito forte. Levei muitos anos para dar meia-volta”.
Recentemente, sentado em sua casa lendo a Bíblia (esta é a terceira vez que ele está lendo-a do início ao fim), Denzel se deparou com uma passagem sobre a sabedoria e entendimento em Provérbios 4, que o fez refletir sobre sua vida.
“Estou nesta enorme casa cheia de todas essas coisas”, observou. “Eu ouvi a Bíblia me dizendo: ‘Você nunca vê um caminhão de mudanças atrás de um carro funerário. Você não pode levar todas essas coisas consigo. Os egípcios tentaram, mas foram roubado. Eu disse: ‘O que você quer, Denzel?’ E uma das palavras da devocional daquele dia era sabedoria. Então comecei a orar ‘Deus, me dê uma porção daquilo’. Eu já consegui todo o sucesso possível na minha carreira. Mas eu posso ficar melhor. Eu posso aprender a amar mais. Eu posso aprender a ser mais compreensivo. Eu posso ganhar mais sabedoria”.
Assim como seu personagem em The Book of Eli, Denzel acredita na vocação profética e, por isso, tenta aproveitar ao máximo do trabalho que ele acredita ter sido lhe dado pelo próprio Deus: no seu caso, a fama mundial e uma das carreiras cinematográficas mais profícuas de sua geração. Denzel se lembra de uma história de quando ele tinha 20 anos, que demonstra como ele relaciona intimamente a sua fé com sua carreira.
Era 27 de março de 1975 e Denzel – que acabara de ser expulso da escola – estava sentado no salão de beleza de sua mãe. Uma senhora que, enquanto secava os cabelos e olhava fixamente para ele, de repente, pediu-lhe um pedaço de papel e, de forma trêmula, escreveu a palavra “profecia”. Aquela mulher era Ruth Green, uma das mais antigas mulheres da igreja mais antiga da cidade, conhecida por ter um dom da profecia. Naquele dia, ela disse a Denzel: “Rapaz, você irá viajar pelo mundo e falar para milhões de pessoas.”
Naquele verão, Washington era um equipante em um acampamento da YMCA (Associação Cristã de Moços) em Connecticut. Os equipantes faziam esquetes para os acampantes, e alguém sugeriu a Denzel que ele tinha um talento natural para aquilo e deveria prosseguir atuando. Naquele outono, Denzel voltou a estudar no campus da Universidade Fordham, de Lincoln Center, onde iniciou sua formação em teatro. “Anos mais tarde”, lembra-se Denzel”, perguntei ao meu pastor, se ele achava que eu tinha um chamado para ser pregador, e ele disse: ‘Bem, você não está falando para milhões de pessoas? Você não viajou o mundo?”
Reconhecendo que ele havia sido colocado em uma posição privilegiada, Denzel se sentiu obrigado a usar aquilo da melhor forma possível, “pregando” mensagens positivas sempre que estivesse atuando.
“Eu tentei direcionar meus papéis”, diz ele, “mesmo nos piores papéis como em Dia de Treinamento. A primeira coisa que eu escrevi no meu script (de Dia de Treinamento) foi ‘o salário do pecado é a morte’. No roteiro original, você descobria que meu personagem havia morrido pela televisão. E eu disse, ‘Não, não. Para que eu pudesse justificar que ele havia vivido da pior maneira possível, ele teria de morrer da pior maneira, também. Eu fui arrancado do carro pelo Ethan [Hawke], rastejei como uma cobra… O bairro inteiro virou suas costas para mim e então eu fui feito em pedaços”.
Foi mais fácil “direcionar” o personagem de Eli em uma direção positiva, “quer dizer, quase fácil”, brinca Denzel, porque “esse cara é mais violento que o personagem de Dia de Treinamento. Ele é mais violento do que Malcolm X”.
No entanto, da mesma forma que o personagem de Denzel em Chamas da Vingança, a violência de Eli é usada como forma de proteger os inocentes.
“Quando eu fiz Dia de Treinamento”, diz ele, “havia um policial que disse que a Bíblia afirmava existirem aqueles cujo encargo é proteger os inocentes, e que para isso lhe é dado o direito de ser violento. Aquele policial disse: ‘Baseado nisso é que eu e meu parceiro vivemos. Isso é o que fazemos’. Talvez ele precisasse daquele versículo para justificar o que estava fazendo”.
Embora ele tenha encenado personagens violentos em filmes como Dia de Treinamento, American Gangster e, agora, Eli, Denzel é, na vida real, um homem de família calmo e gentil. Casado com Pauletta por mais de 26 anos e pai de quatro filhos, John David, Katia e os gêmeos Malcom e Olivia-Washington, Denzel está longe do estereótipo do ator de Hollywood.
Além de seu envolvimento com a igreja (ele doou US$ 2,5 milhões em 1995 para o West Angeles COGIC para construírem uma nova instalação), Denzel – que sempre inclui em seus autógrafos um “Deus te abençoe” – é um colaborador, há muito tempo, do Boys & Girls Clubs of America (que ele participou quando criança), entre outras caridades.
Denzel, que está indo para à Broadway, nesta primavera, para aparecer junto com Viola Davis na peça Fences, de August Wilson, sabe que ele tem sido abençoado com muito, mas rapidamente minimiza sua fama e sucesso dizendo que são apenas um presente de Deus.
“Não é sobre mim”, disse Denzel em uma entrevista de 2007 na revista Reader’s Digest. “Recebi certas habilidades, e olho para elas da seguinte forma: o que vou fazer com o que tenho? Quem é que vai ser engrandecido com isso?” Perto do final de Eli, o personagem de Denzel cita a famosa passagem de 2 Timóteo 4:7: “Combati o bom combate … guardei a fé”.
É uma linha condizente com o próprio Denzel. Ele é um superstar de Hollywood que, embora não seja perfeito, oferece um raro exemplo de um cristão em um lugar de extrema aclamação e sucesso e que não deixou isso subir à sua cabeça, em vez disso continua fundamentando sua vida na Bíblia e na confiança em Deus.
Em seus mais de 30 anos como ator, Denzel Washington tem lutado o bom combate e feito o que muitos não conseguiram. Ele manteve a fé.
Fonte: Christianity Today / Gospel+
sábado, 28 de novembro de 2009
CD Celebrando o Natal traz além da presença de alguns dos maiores nomes da música gospel, a reunião inusitada de cantores da gravadora em interpretações notáveis.
Na música “Maria Saibas Que”, versão do sucesso de Mark Lowry e Buddy Greene, por exemplo, Cristina Mel e Marcus Salles (Quatro Por Um) fazem um dueto emocionante para a canção que declara a Maria que o bebê que traz nos braços será capaz de atos incríveis.
Blog do Diacono Sergio
O primeiro CD de Eyshila após a cirurgia que sofreu em 2008 traz no título o que a cantora vivenciou no último ano: Nada pode calar um adorador.
A faixa título do CD, escolhida como música de trabalho, foi escrita pela própria cantora enquanto ainda se recuperava da cirurgia. Bem intimista, o CD conta em forma de canção a história de superação de Eyshila, que nunca duvidou de que voltaria a adorar a Deus.
Diacono Sergio Christino
Durante os dias 30/10 a 02/11, a Mocidade da Igreja Batista da Lagoinha (sob a liderança do pastor Leonardo Capochim) realizou, em simultâneo, os acampamentos Lagoinha Summer Beach e Lagoinha Summer Camp (o primeiro em Porto Seguro, na Bahia, e o segundo, no Sítio Águas Cantantes, em Contagem, Minas Gerais), em que Heloísa Rosa é uma das convidadas. O tema do evento: “Mente sã, povo santo”. Heloísa esteve no Lagoinha Summer Camp no domingo à noite, 01/11 e na manhã de segunda, 02/11. A fim de saber em detalhes do que tinha em mente para os dois dias de ministração e ainda do que pensa mais acerca da santidade, fomos conversar com ela. Nessa entrevista que nos concedeu com exclusividade antes de embarca para Minas, Heloísa também fala de seus discos gravados, incluindo o mais recente álbum, Estante da Vida. E como não poderia deixar de ser, deu seu recadinho final à juventude em geral e à mocidade de Lagoinha. Santidade é a tônica maior do recado. Eis então a entrevista:
Blog Diacono Sergio Christino
Bispo acusa Roma de não colaborar com o inquérito aos “vergonhosos” casos de pedofilia cometidos por 46 padres da Arquidiocese de Dublim, entre 1975 e 2004. O bispo auxiliar de Dublim, Eamonn Walsh, acusou ontem o Vaticano de não querer colaborar nas investigações sobre os abusos sexuais de crianças que ocorreram na arquidiocese de Dublim, entre 1975 e 2004. “Estou muito desapontado e surpreendido com a falta de resposta” de Roma, disse o bispo, citado pela agência de notícias Bloomberg.
Blog Diacono Sergio
domingo, 13 de setembro de 2009
Hoje - Dia Nacional de Missões

sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Longaminidade de Deus
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Exegese
Exegese é a interpretação profunda de um texto bíblico, jurídico ou literário. A exegese como todo saber, tem práticas implícitas e intuitivas. A tarefa da exegese dos textos sagrados da Bíblia tem uma prioridade e anterioridade em relação a outros textos. Isto é, os textos sagrados são os primeiros dos quais se ocuparam os exegetas na tarefa de interpretar e dar seu significado. A palavra exegese deriva do grego exegeomai, exegesis; ex tem o sentido de ex-trair, ex-ternar, ex-teriorizar, ex-por; quer dizer, no caso, conduzir, guiar.
Por isso, o termo exegese significa, como interpretação, revelar o sentido de algo ligado ao mundo do humano, mas a prática se orientou no sentido de reservar a palavra para a interpretação dos textos bíblicos. Exegese, portanto, é a denominação que se confere à interpretação das Sagradas Escrituras desde o século II da Era Cristã. Orígenes, cristão egípcio que escreveu nada menos que 600 obras, defendia a interpretação alegórica dos textos sagrados, afirmando que estes traziam, nas entrelinhas de uma clareza aparente, um sentido mais profundo. O termo exegese restou ligado à interpretação alegórica, ensejando abusos de interpretação, a ponto de alguns autores afirmarem, ironicamente, que a Bíblia seria um livro onde cada qual procura o que deseja e sempre encontra o que procura.
Ser exegeta é aplicar o texto no contexto cultural da época do texto lido e extrair os princípios morais e culturais para o tempo presente.
Obs.: A Exegese Bíblica aplica-se na correta interpretação dos manunscritos sagrados, tendo como princípio básico a correta interpretação de uma palavra a partir da língua original em que a mesma fôra escrita, abrangendo inúmeras vertentes e variantes de uma mesma palavra em seus variados sentidos e aplicação.
sábado, 18 de julho de 2009
E se Jesus voltasse Amanhã?
domingo, 12 de julho de 2009
A Bíblia Sagrada
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sexta-feira, 10 de julho de 2009
ÚLTIMAS COISAS - O Arrebatamento, a Segunda Vinda e o Milênio

segunda-feira, 6 de julho de 2009
A Divindade do Filho
quarta-feira, 1 de julho de 2009
A Origem do Catolicismo


